A ARTE DE FAZER O BEM

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Graças a internet, ano passado, descobri e encontrei muita coisa legal e Empresas do Bem. Uma delas é a: com Lola! Um ateliê de Slow Design. Um Negócio Social, uma empresa 100% brasileira que nasceu em Botafogo no Rio de Janeiro (RJ), onde os produtos são feitos com processos analógicos e manuais, com matéria prima nacional❤

Todos os produtos são feitos manualmente, em processos totalmente analógicos, tudo com matérias primas nacionais e naturais, sustentáveis e não tóxicas (algodão cru e plumante siliconado antialérgico, na maioria dos itens). A estamparia é feita com carimbos de borracha, todos esculpidos pelo ateliê. E, além de tudo isso, os produtos são lindos, fofos e super originais. 

A “Com Lola” existe desde 2009, mas se tornou um negócio social em 2012, quando nasceu o Ateliê criado por Tânia Piloto (Designer e Arte Terapeuta), e Emika Takaki (Arquiteta e Urbanista). Elas desenvolvem os produtos sustentáveis, feitos à mão e pensados com todo carinho não só para os clientes que se encantam com as peças, mas também para uma porção de crianças em risco que são igualmente beneficiadas com sua delicadeza e mensagem do bem. O gesto é lindo e motivador nos dias de hoje.

A ’empresa’ tem como missão Ressignificar Vidas. A nossa, e das crianças e jovens em situação de risco. Para cada produto que você compra, eles doam um Boneco-Almofadinha da Lola, ou outro personagem, (cada um mais foto que o outro) com ação de arteterapia vivencial para uma criança/jovem em situação de risco e/ou vulnerabilidade. Assim essas crianças têm a possibilidade de ressignificar sua história, resgatando sua autoestima e autoafirmação.

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“A boneca é o único brinquedo à imagem e semelhança do ser humano, portanto ela se torna um espelho. Quando a criança desenha na boneca, projeta seus conteúdos internos, aliviando as angústias e fortalecendo a autoestima”, diz Tânia. “Os bonecos remetem a uma memória afetiva dos antigos bonecos de pano da nossa infância. E sua compra tem significado maior: viabilizar as ações vivenciais promovidas pelo ateliê”


🙂 VISITEM (AQUI) O SITE E CONHEÇAM MAIS!

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😀 E aí, Gostaram? As peças são incríveis e a iniciativa também!… Que tal a partir de agora pensar em comprar ajudando crianças que precisam ?   www.lojacomlola.com.br

+ VEJAM FOTOS DOS PROJETOS DESENVOLVIDOS PELA EMPRESA (clique aqui)

ASSISTAM OS VIDEOS NO CANAL ‘COM LOLA’ NO YOUTUBE QUE MOSTRAM COMO É TRABALHAR COM SLOW DESIGN & SOCIAL BUSINESS

√  VISITEM E SIGAM O INSTAGRAM ‘COM LOLA’, É LINDO!!!❤

Figurinos Favoritos #OSCAR’16

Faltam apenas 10 dias para a grande premiação do Oscar 2016 !!! Dias atrás, fiz um post sobre as minhas apostas e favoritos para o Oscar deste ano (Link Aqui). Como sou formada em Moda, não poderia deixar de comentar sobre os filmes que concorrem a MELHOR FIGURINO (COSTUME DESIGN), uma das categorias que mais gosto e me empolgo, principalmente com filmes de epóca, cheio de detalhes… Amo!

Esse ano concorrerão 5 Filmes, e todos eu gostei e aprovei, mas, somente 3 realmente me cativaram, sendo 2 deles na disputa: ‘A Garota Dinamarquesa‘ e ‘Carol‘… O terceiro e mais lindo infelizmente não está concorrendo nessa categoria, que seria: ‘Brooklyn:/ Então… vamos as observações dos 3 que mais gostei e me chamaram atenção:


 

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FIGURINO DE BROOKLYN: Fique de olho nas cores neste longa de época, que tem a atriz Saoirse Ronan como protagonista (ela vive uma irlandesa que viaja até a América em um período pós-Guerra). Odile Dicks-Mireaux, figurinista da BBC, é quem assina o guarda roupas do filme, inspirado em Grace Kelly quando jovem.

O que mais chama a atenção no filme além da Fotografia linda e rica de detalhes, é de fato o figurino e o design de produção, que não apenas fazem um excelente trabalho de reconstrução de época, como ainda têm muito a dizer sobre os personagens e suas trajetórias. A primeira coisa a se notar é como o filme começa com figurinos coloridos, realçando o conforto que a protagonista sente em sua terra natal, a Irlanda. E sendo assim, é coerente que durante a trama a personagem passe a usar verde (uma das cores da bandeira irlandesa) para simbolizar sua casa, utilizando roupas dessa cor como um “lugar seguro”, para buscar conforto diante de suas dificuldades. Assim se vai verificando uma crescente quantidade de cor nos figurinos do filme e em toda a sua mise-en-scène, tanto na personagem Eilis como no resto do elenco, indicando o avançar da narrativa e o desenvolvimento da protagonista.

O Filme conta a história da jovem irlandesa Ellis Lacey (Saoirse Ronan) que se muda de sua terra natal e vai morar em Brooklyn (NYC) para tentar realizar seus sonhos. No início de sua jornada nos Estados Unidos, ela sente falta de sua casa, mas vai tentando se ajustar aos poucos até que conhece e se apaixona por Tony (Emory Cohen), um encanador italiano. Logo, ela se encontra dividida entre dois países, entre o amor e o dever. A direção de John Crowley não é nada mais do que discreta, mas isso não é necessariamente um problema. Como o destaque do filme está no roteiro, e Crowley o conduz com competência, é isso que importa, e a trilha sonora também é bonita e cumpre seu papel.

Brooklyn é um ótimo filme. Leve, delicado e rico na elegância modesta de um passado visto através do filtro da nostalgia, lembrando os romances mais clássicos e tradicionais de uma Hollywood de outros tempos. Apesar do figurino maravilhoso construído maioritariamente a partir de peças vintage, como parte essencial ter sido ignorado pela Academia, o filme consegue emocionar pela sua simplicidade e seu visual colorido, por mais que esteja longe de ser original ou inovador.

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Odile Dicks-Mireaux, figurinista da BBC, é quem assina o guarda roupas do filme Brooklyn. Todo inspirado em Grace Kelly quando jovem, o figurino maravilhoso foi construído maioritariamente a partir de peças Vintage Anos 50, com tom alegre e bem colorido.


 

Carol

FIGURINO DE ‘CAROL revive o glamour e o cotidiano da década de 1950, retratando o romance homossexual ambientado na Nova York dos anos 50 que enfrentou obstáculos de uma sociedade conservadora. O Figurino por sua vez chama a atenção das fashionistas que recria de forma impecável e com precisão de detalhes, o visual das mulheres da época.

O filme é baseado no livro ‘The Price of Salt, que conta a história do relacionamento entre Carol, uma mulher rica, e Therese, uma jovem funcionária de uma loja de departamentos, que tem um emprego entediante na seção de brinquedos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird, uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge, e também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem de carro pelos Estados Unidos, e juntas vivem um romance.

A figurinista titular do filme, Sandy Powell (premiada figurinista britânica), disse em entrevistas de divulgação do filme que se inspirou nos looks de modelos de revistas Vogue dos anos 1950 para compor o estilo da protagonista. Para montar o guarda-roupa de Therese (Rooney Mara), pesquisou imagens de pessoas reais da época. O garimpo em brechós e feiras vintages de Nova York e Los Angeles rendeu muitas das peças mostradas no filme.

A aura ladylike chique da personagem Carol (Cate Blanchett) vem com o clássico batom vermelho e o uso de peças como jaquetas trapézio e peplums. O guarda-roupa não economiza em tecidos de luxo: peles, cetim e cashmere chamam a atenção. Quem está familiarizado com o estilo de Grace Kelly ou da personagem Betty Draper (do seriado Mad Men) irá identificar o mesmo estilo em Carol.

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Sandy Powell, também foi responsável pelo figurino de Cinderella, que também está concorrendo nesta categoria, e que também contou com Cate Blanchett no elenco, onde o figurino é de cair o queixo de tão lindoo! (confira aqui). Estamos na torcida pra que Sandy leve, já que ela tem duas chances de levar o prêmio para casa.

 


 

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FIGURO DE ‘A GAROTA DINAMARQUESA: Os figurinos, então, são fashion-forward e totalmente de acordo com a moda do momento, que começa a explorar looks com mais movimento, como a adesão do jérsei nas produções de Coco Chanel e o fim dos espartilhos por Paul Poiret… Total Anos 20!

Para isso, a equipe contou com a ajuda do figurinista espanhol Paco Delgado, que construiu nos mínimos detalhes a transição do visual de Einar Wegener para Lili Elbe, conhecida como uma das primeiras mulheres trangêneras a fazer a transição. Para isso, Paco pesquisou a vida de Einar e sua esposa, Gerda Wegener, na época em que o filme se situa, em Copenhague em 1926. Nos momentos seguintes, os vestidos utilizados por Lily apresentam certo recato e inocência, com decotes arredondados e tonalidades empalidecidas. É importante destacar ainda, elementos característicos do período, como o brilho discreto, os comprimentos mídi, cortes retos e materiais como o veludo, a lã e a seda, presentes em diversas peças.

O ator Eddie Redmayne por si só, já possui um rosto extremamente expressivo para a construção desse personagem, apresentando uma quantidade certa de delicadeza dos traços complementada por uma maquiagem muito bem realizada. O figurino em si traça essa jornada, mostrando a fase inicial do personagem, com seus ternos em materiais mais pesados, porém de cortes impecáveis, trazendo todos os elementos para caracterizar o homem da época (camisa, colete, blazer, lenço ou grava como complemento).

O interessante é que o filme começa mostrando a vida até então comum de Einar e Greta e, como uma mulher presa em um corpo de homem, o figurino reflete isso, com roupas masculinas que são mais justas e bem acertadas no corpo, quase como uma armadura. Quando o artista passa a mudar para ser quem ele é de verdade, as cores mais quentes aparecem, assim como peças com maior fluidez, bastante inspiradas pelas produções leves e soltas da época. Com a mudança dos personagens para Paris, a meca artística da época, as roupas ficam ainda mais livres e coloridas, representando bem a liberdade que tanto Lili quanto Greta sentem com a mudança de ambiente.

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O Figurinista Paco Delgado, construiu nos mínimos detalhes a transição do visual de Einar Wegener para Lili Elbe, conhecida como uma das primeiras mulheres trangêneras a fazer a transição. Para isso, Paco pesquisou a vida de Einar e sua esposa, Gerda Wegener, na época em que o filme se situa, em Copenhague em 1926.

 

 

 

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Nota

” Quando acordo ele já está lá, de bermuda, com o som ligado e copo na mão. Mora no prédio da frente e me parece absolutamente feliz. Deve ter uns 20 e poucos anos, e me atira na cara, todas as manhãs, a não piscina que eu sou. Que ódio! Porque eu preciso produzir o meu ócio?! Organizar hora, local, circunstância ou encontrar motivo nobre? Eu não me orgulho do que vou dizer, mas não gosto do verão. Pior: eu temo o verão. Sinto-me humilhada por ele, como se não estivesse à altura da sua leveza e descompromisso e tivesse que ser feliz num volume que não sou capaz. No Rio, não frequentar a praia é quase um desvio de caráter. Mas considero frescobol tão difícil quanto física nuclear. E só gosto de suar por contraste, sabendo que um banho se aproxima. Eu gosto de ir ao cinema, De ar-condicionado, De farmácia 24 horas, De tirar o plástico das revistas, Do jornal intocado na porta da minha casa, De ver cardápio de restaurante e pedir sempre o mesmo prato, De viajar pelo prazer da volta, do Barulho de recado no celular. Eu como sorvete no frio pra não derreter, gosto de praia vazia e de trabalho.

Acredito que as pessoas se dividem em dois grupos: aquelas que passam e-mails coletivos pregando a gentileza e aquelas que olham no olho do garçom. Do mesmo modo, percebo a superioridade daqueles que veem a banda passar, e não há aí um pingo de ironia, admito minha derrota e inveja. Não consigo ficar sem fazer nada, e sonho com o dia em que vou gostar de areia desde os 9 anos. Porque, como se não bastasse o verão (e com ele a tristeza de aposentar o jeans), há ainda o Natal. E depois o Ano-novo. Apesar de que há alguns anos, desde que tive filho, deixei de sofrer com réveillon. Posso assegurar que dormir sem culpa à uma da manhã na passagem do ano é uma das grandes vantagens de procriar. Antes, ficava tomada por uma necessidade desesperada de me divertir. Em outubro já estava angustiada. E se dormisse antes de o sol nascer no dia 1º de janeiro meu ano estava arruinado. Mas preciso dizer: sou absolutamente refém do meu aniversário. Fico feliz e triste, me importo se não me ligam, preciso ser amada e festejada como se fosse criança. Posso passar ao largo do verão e ficar indiferente a dezembro, mas, com relação à minha passagem do tempo, sou comum que só. E, curioso, agora que falei em aniversário encontrei um grande motivo pra gostar do Natal: é aniversário de Cristo. Não só o dia em que ele nasceu, mas também quando reunia os amigos em torno de um vinho. Nunca tinha pensado nisso e de repente achei lindo e emocionante. ”

~ Por Maria Ribeiro.

Tavi Gevinson, uma Menina-Mulher-Gigante!

A norte-americana Tavi Gevinson, era só uma garotinha de Chicago-IL quando ficou conhecida como uma das blogueiras de moda mais jovens do mundo. Aos 11 anos, com o Blog Style Rookie, ela ganhou o mundo por causa do seu estilo com referências inteligentes e ideias transgressoras. Aos 12, já estava assistindo desfile da Chanel na primeira fila e, hoje, aos 19 anos, é editora da Rookie Magazine, uma revista digital que ela mesma criou! E fora da internet, tem muito mais coisa que você precisa saber sobre Ela:

01. Tavi já se desencantou com a moda ainda bem jovem:
Em 2008, ela começou falando sobre moda no blog Style Rookie e logo passou a ser convidada para as maiores semanas de moda do mundo, sentando na fila vip! Com toda a experiência, ela desistiu desse mundo de desfiles por achar que os grandes eventos de moda estimulam demais o consumo desenfreado e criam muitas regras para o corpo da mulher. Tavi acredita em usar a moda para libertar e não para aprisionar!

02. Ela quer ajudar adolescentes a se entenderem melhor:
Depois que Tavi se desencantou com a moda, percebeu que poucas revistas e sites para adolescentes entendiam realmente como era ser uma. Foi assim que, em 2011, quando fundou a Rookie Magazine, uma revista virtual que fala sobre todo o universo teen e ajuda as leitoras a se aceitarem e resolverem os seus dilemas sem dramas, com uma pegada inteligente, anti-bullying e feminista.

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03. Tavi é Super Feminista
Muito antes da diva Beyoncé colar um trecho do discurso feminista da escritora Chimamanda Ngozi na música Flawless, Tavi já escrevia posts sobre o movimento. Isso significa que ela acredita na igualdade social, política e econômica dos sexos. “Para mim, feminismo significa lutar. È algo muito sutil e complexo, mas, eu sou uma feminista, porque eu não acho que ser uma garota me limita de alguma forma. Eu acho que as pessoas evitam o termo e preferem se chamar de humanistas porque acham que o feminismo é só sobre as mulheres, mas, para mim, é muito sobre quebrar as construções sociais e as ideias limitadas sobre o gênero, que oprimem a todos nós”, disse Tavi para a revista Vogue.

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04. Se tornou uma das pessoas mais influentes da mídia:
Ela foi eleita pela Forbes, a revista de negócios e economia mais importante dos Estados Unidos, como uma das 30 pessoas mais influentes da mídia com menos de 30 anos. Por causa disso ela discursou no TED, uma fundação destinada à disseminação de boas ideias. Vale assistir o vídeo abaixo:

05. É Fã do Movimento Punk Feminino dos Anos 90:
O movimento conhecido como Riot Grrrl foi super forte nos Estados Unidos nos anos 90. Entre uma das mulheres importantes da época está Courtney Love (ex-mulher de Kurt Cobain) e sua banda Hole. Tavi diz que o movimento e a banda de Courtney inspiram muito a estética da Rookie Magazine.

06. Ela é uma garota com atitude de verdade:
Nos EUA, existe um projeto chamado “Makers”, sobre mulheres que colocam a mão na massa e ajudam a mudar e a melhorar a realidade de outras mulheres. Tavi foi uma das escolhidas do projeto e discursou sobre “insegurança na adolescência”. Veja uma prévia no video abaixo:

07. A Rookie também vira um Livro Anual:
Apesar de ter feito um blog e ter uma revista digital, Tavi ama impressos. Com a Rookie, a garota já fez encontrinhos com as leitoras, com direito a oficinas de zines e bookclub. Além disso, o site também tem um Yearbook, que é uma espécie de almanacão anual com matérias, reportagens editorias, adesivos e páginas interativas para exercitar a criatividade. É tudo o que tem no site, mas em papel. (EU QUERO!)

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08. Tavi também se arriscou como Atriz e deu certo:
Em 2008, teve sua primeira experiência fazendo uma breve participação em um curta chamado: FIRST BASS. Anos depois, em 2012, participou do Curta de Animação: CADAVER. Em 2013, participou do Documetário: THE PUNK SINGER (movimento que adora), e no mesmo ano, fechou estreando como Atriz no Filme: À PROCURA DO AMOR, e arrasou!

Ano passado, em 2015, ela definitivamente bombou participando de alguns episódios da 1ª temporada da Série de Tv: SCREAM QUEENS com figurinos lindos (veja aqui), e também estreou na Broadway com a peça: THIS IS OUR YOUTH com Michael Cera e Kieran Culkin.

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E não fica por ai… Esse ano de 2016 estão saindo do forno outros projetos. “Quero me expressar de todas as formas que eu sentir vontade. Acho que todo mundo deveria passar pela experiência de tentar algo novo sempre”, disse durante uma entrevista. Em recente entrevista a tv americana (abaixo), ela fala um pouco mais sobre seu trabalho como atriz:

09. Dona de um estilo que muito combina em cheio com ela!
Tavi já mudou de visual várias vezes… Teve o cabelo mais longo, curto, loiro, ruivo, com franja… e o seu mais recente visú é um short hair pixie, bemmm curtinho e Lindoo!!! Eu ameeeiii… é de todos o mais lindo!❤ Valorizou e muito o rostinho fofo que ela tem e com o estilo de roupa que ela curte usar. As vezes quando olho pra ela me lembro de algumas atrizes que eu adoro: Scarlett Johansson (mais jovem), Michelle Williams (que também tá de cabelinho curtinho), e com esse estilinho bonequinha the sixties, não tem como não lembrar na hora da Atriz Mia Farrow no Filme Rosemary’s Baby (Clique Aqui e Compare)

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10. E como se não bastasse, Tavi também Canta e Toca Violão:
Sim, além de escrever e atuar ela também se joga brincando de música. Ela já fez algumas aparições como cantora em alguns eventos, mas nada muito sério. Agora imaginem ser rolasse um dueto com Taylor Swift ou Lorde (suas melhores amigas)???  Confira:

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AGORA ME DIGAM… COMO NÃO VIRAR FÃ DE TAVI GEVINSON?!?
Se você também gostou e quer acompanhar essa fofura da Tavi na internet, seguem os links: instagram e Twitter dela. Caso queiram asssitir mais videos, Abaixo linkei mais algumas das Matérias e Entrevistas legais com ela:

https://youtu.be/C31yO1QYlAs
https://youtu.be/vJ3IcvxH4gw
https://youtu.be/Vilsk7MH13E
https://youtu.be/fNWebcbOXj4
https://youtu.be/5b5Ucoylais

BEIJOS!

Nota

IRIS APFEL ♥ I Wanna Be!

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Décadas de História

A decoradora norte-americana Iris Apfel é sinônimo de irreverência e individualidade, uma espécie de oráculo do estilo pessoal, cultuada nos círculos internacionais da moda. Aos 94 anos, Iris acompanhou o nascer das tendências e sua posterior decadência, temporada após temporada. “Nunca há nada novo na moda. As coisas acontecem em ciclos”, disse ela. Iris, como sua imagem anuncia, condena a rapidez com que a moda vai e vem hoje em dia. “Cada um deveria conhecer seu estilo próprio. Não acho que seja uma boa ideia usar todas as tendências e mudar de estilo a cada dois minutos”. De tempos em tempos, contou, aparecem propostas que a interessam. “Mas sempre procuro pelo mais bizarro”, completou. Seu olhar é mais focado em arte do que na moda propriamente dita. Seu guarda-roupa não liga para as grifes de luxo, apesar de ter Ralph Rucci como um de seus favoritos, e prioriza as peças mais simples, sem muitos detalhes. “Assim, posso eu mesma complementar com acessórios”, contou.

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No dia a dia, vive em calças jeans. “Fui uma das primeiras mulheres dos Estados Unidos a ter uma calça jeans”, recordou. Quando estudava arte na Universidade de Wisconsin, nos anos 1940, Iris encasquetou que gostaria de combinar um jeans com uma camisa branca e um grande brinco laranja que tinha. Apenas uma loja vendia as calças, mas eram apenas modelos masculinos, muito grandes para ela. “Eu vivia indo lá e pedia para que fizesse um tamanho menor. Enlouqueci o pobre homem, porque continuava voltando, voltando e voltando, até que um dia ele me ligou e disse ‘encontrei algo para você”, disse. Era uma calça masculina, mas juvenil. “Sempre preferir os cortes masculinos aos femininos”, afirmou.

Questionada se a excentricidade poderia transformar o individualismo em um personagem, aprisionando seu criador, Iris foi enfática: “ser um personagem é ser quem você é, ser honesto com quem você é, não um prisioneiro”. A senhora Apfel está sempre pronta a dar conselhos aos mais jovens, partindo do posto de quem tem muito a ensinar. “Abram os seus mundos e a sua mente. Sejam curiosos. Não olhem, mas enxerguem; não ouçam, mas escutem”.

Iris Apfel é presença constante nas semanas de moda de Nova York. As combinações chamativas marcam seu estilo pessoal, sempre arrematado pelos óculos grandes. Iris não esconde a idade ou tem problemas com as rugas, ainda que lamente não poder mais usar blusas sem manga. “Não me importo de envelhecer. A alternativa é que não me parece muito agradável”, disse. Sua vitalidade, segundo ela, não tem segredos: “alimento-me direito, nunca como tranqueira e parei de fumar há 50 anos”.

Iris Apfel está mais pop do que nunca. Empresária, designer de interiores e genuíno ícone da moda, a norte-americana ganhou espaço sob os holofotes na última década graças a sua autenticidade e ao seu inconfundível estilo colorido. Não foi e nem é estilista, modelo ou editora de moda, mas isso não impediu que ela se tornasse um ícone de estilo, daqueles que carregam informação fashion em cada look que vestem e têm bons quotes sobre a indústria.

Entre 2005 e 2006, foi tema da exposição “Rara Avis: Selections from the Iris Barrel Apfel Collection”, que aconteceu no Metropolitan Museum; em 2007, apresentou peças de seu guarda-roupa para o livro “Rare Bird of Fashion: The Irreverent Iris Apfel”; em 2011, fechou parceria com a M.A.C para lançar uma coleção de maquiagem; e ainda anunciou em 2013  uma linha de óculos em colaboração com a marca eyebobs.

Em entrevista a FFW, Iris fala sobre o processo de envelhecimento: “Envelhecer não é para maricas, vou te contar” (…)

Sobre seus cuidados de beleza:Eu não faço muita coisa relacionada à beleza. Uso coisas muito simples na minha pele. Não tenho tempo. Antes eu fazia tratamentos faciais, e ia para casa carregada de produtos, pagava muito dinheiro e não usava nada. Um dia um dermatologista me disse para usar Cetaphil para limpar o rosto, e para hidratar, e é isso que faço. Eu usava – quando era mais nova – maquiagem bem, bem pesada nos olhos e lábios muito vibrantes. Agora que estou mais velha, não maquio mais os meus olhos porque quando você é mais velha, suas pálpebras enrugam. Se você usa azul ou verde, e não é uma expert, acaba parecendo uma tartaruga”.

Sobre envelhecer com dignidade:Envelhecer graciosamente é não usar maquiagem pesada e não tentar parecer mais nova. Eu acredito que foi Chanel quem disse ‘Nada faz uma mulher parecer tão velha quanto tentar desesperadamente parecer jovem’. Acho que você pode ser atraente em qualquer idade. Acho que tentar parecer jovenzinha quando você não é te faz parecer ridícula. Sou muito contra a cirurgia plástica. Acho que – Deus me livre – se você se envolver em um acidente, ou se for amaldiçoado com o nariz do Pinóquio, tem que ir e consertar. Mas para entrar debaixo da faca, acho que é muito doloroso, muito caro, e tendo passado por hospitais tanto quanto eu passei, se submeter a cirurgias quando você não precisa delas não é uma coisa inteligente.Acho que se as mulheres usassem mais desse tempo e dinheiro em suas cabeças, elas ficariam melhores”.

Sobre seu marido, Carl Apfel:Ele tem 97 anos. Eu estava dizendo essa manhã, que se durarmos até fevereiro, completaremos 64 anos de casados. Nós usamos o mesmo perfume. O nome é Yagatan, é da Caron – não é muito famoso. É difícil de encontra-lo por aqui, por isso nos acostumamos a compra-lo em frascos bem grandes, e a guarda-los na geladeira – é isso que nos falaram pra fazer”.

Sobre seus cuidados com a saúde:Sou muito ativa e não fico sentada por muito tempo. Gosto de comer bem, não gosto de comida doce, e não como porcaria. Eu gostava de beber, não muito, é claro – agora eu só tomo vinho no jantar. Às vezes dizem que não como o suficiente, mas é melhor comer a menos do que a mais. Acho que as pessoas ficam mais doentes por comer muito das coisas erradas. O corpo é como uma máquina – se você não coloca o tipo certo de combustível, ele não vai funcionar tão bem, ou vai ficar congestionado. Eu costumava fumar muito, e há uns 50 anos parei de uma vez – e eu fumava quatro maços por dia. Meu marido havia me comprado uma linda cigarreira que tinha um filtro, e você podia tira-lo e ver toda aquela gosma marrom, e eu dizia ‘Oh, isso está em mim? Oh!’”.

Sobre o hype em torno de sua pessoa:Nunca tive muito mentores ou ícones nem nada, eu simplesmente fui indo. Quando era muito jovem, talvez em minha adolescência, fui fazendo experimentações até que encontrei o que eu gostava. Não demorou muito tempo. Não gosto de tendências mesmo – gosto de tradição. Estou fazendo o mesmo e gostando das mesmas coisas. Claro, dizer que eu não mudo faz com que eu soe estúpida. Você vai mudando com o tempo. Quer dizer, você cresce – mas a minha sensibilidade básica é a mesma. Não estou fazendo nada violentamente diferente do que eu fazia há 50 anos. Isso é lamentável, meu marido e eu rimos disso o tempo todo porque pensamos ‘Meu Deus’, essas garotas dizem que eu sou ‘cool’, ou ‘hot’, ou qualquer que seja a expressão, e eu não estou fazendo nada diferente do que fazia há muito tempo. É engraçado. Não posso dizer que não gosto, é muito lisonjeiro. De fato, acho que uma das coisas mais lisonjeiras que já ouvi – sabe, eu quase caí da cadeira quando ligaram pra me contar – é que a PR da grife Alexis Bittar tem uma tatuagem minha no pulso. É um ótimo retrato! Eu ainda não o vi em pessoa, mas aparentemente se parece exatamente comigo”.

Em 2014, O Documentário IRIS (Disponível no Netflix) que foi aos Cinemas, dirigido por Albert Maysles, e produzido pela Magnolia Pictures, mostra o dia-a-dia da carismática e inspiradora Apfel, enquanto ela passa adiante as suas palavras de sabedoria como “I think style is all about attitude”, e que nos leva a conhecer a sua casa, incluindo o seu extenso guarda-roupa, com curadoria da mesma guardado em um armazém à parte.  ASSISTAM!


E não fica por aí… A senhorinha de quase 100 anos de muita história, inteligência, elegância e estilo também bomba nas redes sociais, é só seguir o  instagram dela!

Agora me digam, que mulher não gostaria de ter uma vovó como ela (morta de fofa), ou até mesmo se imaginar vivendo por muuuitos anos assim, cheia de saúde e histórias pra contar ? 🙂 #MeTorneiFã!